*Proporção referente à quantidade total de fibras no produto (4 g de fibras para uma porção de 5 g).

Referências bibliográficas: 1. IMS Health/ PMB MAT DEZ’16 CT II A06. 2. McRorie JW, et al. Evidence-Based Approach to Fiber Supplements and Clinically Meaningful Health Benefits, Part 1. Nutrition Today. 2015;50(2):82-9. 3. McRorie JW, et al. Evidence-Based Approach to Fiber Supplements and Clinically Meaningful Health Benefits, Part 2. Nutrition Today. 2015;50(2):90-7. 4. Bernaud FSR, et al. Fibra alimentar ingestão adequada e efeitos sobre a saúde do metabolismo. Arq Bras Endocrinol Metab. 2013;57(6):397-405. 5. Giuntini EB, et al. ILSI Brasil [Internet] 2011. Fibra Alimentar.[Cited 2017 feb 20].Available from: http://ilsi.org/brasil/wp-content/uploads/sites/9/2016/05/18-Fibra-Alimentar.pdf. 6. Spiller RC. Pharmacology of dietary fibre. Pharmacol Ther. 1994;62(3):407-27.

A Diferença entre as Fibras

Você deve saber que acrescentar fibras à sua rotina é uma ótima maneira de ter uma vida mais saudável e manter um bom funcionamento intestinal.1,2

Ainda assim, se você é como a maioria das pessoas, provavelmente poderia incluir mais fibras em sua dieta. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o consumo de fibras alimentares deve ser de pelo menos 25 gramas por dia e a população brasileira ingere apenas cerca de 50% da recomendação diária de fibras.3,4

Mas você sabia que não é apenas a quantidade de fibras que importa, mas também seu equilíbrio entre fibras solúveis e insolúveis? Você sabe por que são complementares?

Têm habilidade de absorver água e formar um gel no trato intestinal, aumentando o volume das fezes e amolecendo o bolo fecal.5-7

Exercem um estímulo mecânico que promove a secreção de muco e água, aumentando a massa das fezes e seu amolecimento.5-8

FiberNorm é composto de

Polidextrose

A polidextrose é uma fibra solúvel e prebiótica.9-12

Inulina

A inulina é uma fibra solúvel altamente fermentável, sendo extensamente conhecida principalmente pela sua ação prebiótica.13,14

Goma arábica

A goma arábica é uma fibra solúvel viscosa, que aumenta o conteúdo de água das fezes, funcionando como um agente formador de massa. É uma fibra prebiótica bifidogênica.15-18

Fibra de maçã

A fibra de maçã é composta de frações solúveis e insolúveis. É capaz de formar um gel que aumenta o volume das fezes.14-19

Celulose

A celulose é uma fibra insolúvel que auxilia no aumento do volume fecal.20,21

Fibra de aveia

A fibra de aveia possui fibras insolúveis nas suas camadas mais externas que contribuem para o aumento do volume fecal.22-26

Amido resistente

O amido resistente é uma fibra insolúvel capaz de aumentar a massa fecal.27-29

A inclusão de fibras na dieta favorece o bom funcionamento do intestino.5

*Proporção referente à quantidade total de fibras no produto (4 g de fibras para uma porção de 5 g).

Referências bibliográficas: 1. Marlett JA et al. Position of the American Dietetic Association: health implications of dietary fiber. J Am Diet Assoc. 2002;102(7):993-1000. 2. Anderson JW, et al. Health benefits of dietary fiber. Nutr Rev. 2009;67(4):188-205. 3. Jones MJ. CODEX-aligned dietary fiber definitions help to bridge the ‘fiber gap’. Nutrition Journal. 2014;13(34):1-10. Available from: http://www.nutritionj.com/content/13/1/34. 4. IBGE [Internet] 2011. Pesquisa de Orçamentos familiares (POF), 2008/2009: Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil. Rio de Janeiro, IBGE 2011.[cited 2017 feb 10]. Available from: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv50063.pdf. 5. McRorie JW, et al. Evidence-Based Approach to Fiber Supplements and Clinically Meaningful Health Benefits, Part 2. Nutrition Today. 2015;50(2):90-7. 6. Bernaud FSR, et al. Fibra alimentar ingestão adequada e efeitos sobre a saúde do metabolismo. Arq Bras Endocrinol Metab. 2013;57(6):397-405. 7. Giuntini EB, et al. ILSI Brasil [Internet] 2011. Fibra Alimentar.[Cited 2017 feb 20].Available from: http://ilsi.org/brasil/wp-content/uploads/sites/9/2016/05/18-Fibra-Alimentar.pdf. 8. Spiller RC. Pharmacology of dietary fibre. Pharmacol Ther. 1994;62(3):407-27. 9. Röytiö H et al. The fermentation of polydextrose in the large intestine and its beneficial effects. Beneficial Microbes 2014;5(3): 305-314. 10. Surampudi P, et al. Lipid Lowering with Soluble Dietary Fiber. Curr Atheroscler Rep. 2016;18(12):75. 11. Costabile A, et al. Impact of polydextrose on the faecal microbiota: a double-blind, crossover, placebo-controlled feeding study in healthy human subjects. Br J Nutr. 012;108(3):471-81. 12. Timm DA, et al. Polydextrose and soluble corn fiber increase five-day fecal wet weight in healthy men and women. Journal of Nutrition. 2013;143(4):473-78. 13. Pasqualetti V, et al. Antioxidant Activity of Inulin and Its Role in the Prevention of Human Colonic Muscle Cell Impairment Induced by Lipopolysaccharide Mucosal Exposure. Plos One 2014; 9(5):e98031. 14. Slavin J, et al. Chicory inulin does not increase stool weight or speed up intestinal transit time in healthy male subjects. Food and function 2011; 2(1):72-7. 15. Khalid SA, et al. Manipulating dietary fibre: Gum Arabic making friends of the colon and the kidney. Bioactive Carbohydrates and Dietary Fibre 2014;3: 71-76. 16. Cherbut C, et al. Acacia Gum is a Bifidogenic Dietary Fibre with High Digestive Tolerance in Healthy Humans. Microbial Ecology in Health and Disease 2003;15(1): 43–50. 17. Min YW, et al. Effect of composite yogurt enriched with acacia fiber and Bifidobacterium lactis. World J Gastroenterol. 2012;18(33): 4563–69. 18. Oliveira LB. Efeito de goma acácia e inulina na viabilidade de bactérias probióticas e nas características físico-químicas de leite fermentado simbiótico. São Caetano do Sul, SP: CEUN-EEM, 2008. 104p.[Cited 2017 feb 22]. Available from: http://maua.br/files/dissertacoes/efeito-da-goma-acacia-e-inulina.pdf. 19. Sharma PC, et al. Effect of packaging and storage on dried apple pomace and fiber extracted from pomace. Journal of Food Processing and Preservation 2016: 1-10. 20. Nagy-Szakal D, et al. Cellulose Supplementation Early in Life Ameliorates Colitis in Adult Mice. Plos One 2013;8(2): e56685. 21. Slavin JL et al. Influence of refined cellulose on human bowel function and calcium and magnesium balance. American Journal of Clinical Nutrition 1980;33(9):1932-39. 22. EFSA. Scientific Opinion on the substantiation of health claims related to oat and barley grain fibre and increase in faecal bulk (ID 819, 822) pursuant to Article 13(1) of Regulation (EC) No 1924/2006. EFSA Journal. 2011;9(6):2249. 23. Butt, S. M. et al. Oat: unique among the cereals. Eur J Nutr. 47:68–79. 24. Daou, C., et al. Oat Beta-Glucan: Its Role in Health Promotion and Prevention of Diseases. Comprehensive Reviews in Food Science and Food Safety, 2012;11(4), 355–365. 25. Valle-Jones JC. An open study of oat bran meal biscuits (‘Lejfibre’) in the treatment of constipation in the elderly. Current medical research and opinion 1985;9(10):716-20. 26. Hojgaard LS, et al . The effects of oat bran on the intestinal transit time, faecal output and the output of faecal bile acids in healthy volunteers: a double blind investigation. Ugeskrift for Læger 1980;142:2625-26. 27. Figuerola F, et al. Fibre concentrates from apple pomace and citrus peel as potential fibre sources for food enrichment. Food Chemistry. 2005;91:395–401. 28. Mudgil D et al. Composition, properties and health benefits of indigestible carbohydrate polymers as dietary fiber: A review. Int J Biol Macromol. 2013;61: 1-6. 29. Phillips J, et al. Effect of resistant starch on fecal bulk and fermentation-dependent events in humans. Am J Clin Nutr.1995;62(1): 121-30.

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